sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Diamante de Sangue


              Encontro-me sentada na minha secretária com apenas a luz do meu candeeiro acesa. Olho em meu redor e vejo a escuridão a entrar lentamente ficando mais escura com o passar do tempo, tão escuro que só vejo a luz eléctrica ao meu lado, esta se destrói num estrondo.
                 A Aflição entra em mim apoderando do meu corpo, não sei o que fazer, respiro com dificuldade, sinto o sangue a percorrer o meu corpo, o meu coração emite uma luz vermelha como um diamante, este me guia na escuridão.
                É linda a luz, pareço um ser emissor de luz própria, fecho os olhos cresce uma força dentro de mim capaz de destruir tudo e todos. Abro os olhos eles estão vermelhos da cor do sangue que corre nas minhas veias.
                Empurro tudo o que apanho no caminho, parto cadeiras, espelhos, loiça como se a raiva que eu sinto se evapora-se assim. Um mundo doentio enlouque-se com diamantes (corações) apoderando-se deles e destruindo-os lentamente desfazendo cada um de nós em pó.
                Cada um tem o direito de proteger o seu e todos juntos combatemos contra o mal. Sai para a rua com uma estaca de madeira e erguendo-a corro em direcção a ele quando vou para apunhala-lo esta queima-me a pele, grito de dor, a luz em mim apaga-se, o meu coração para de bater, o sangue congela no meu corpo, afinal a raiva em mim evapora-se como se fosse a minha morte, queria-me vingar de ti, só que o amor que nos une é maior que todos os outros meus sentimentos, fizeste-me mal m
as não consegui acabar contigo naquele dia.



Continua....

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