terça-feira, 29 de maio de 2012

Tears on the Horizon

    I looked out the window that beautiful day that stood on the horizon where the birds flyfree with no worries, let me go you never know if I can fly away.
     I opened the window and jumped out, grabbed a rock and sent it toward the sky on the horizon it disappears, try tojump into the sky fall but always try and why so many attempts before finishing always fall to the ground.
    I picked up my notebook where I write down little notes for later recall them turn the pages and write only your name again and again, why is not around, crying only foreshadowyour name, I feel lost in the world, memories stored in my mind are so beautiful and puredo not know how I am to have you back on your shoulder I let my tears of happiness tosee you again.
    Drawing a bird, it flies and flies high, but sad because you lack someone to keep company, I tore my notebook tearing page by page and say to me is broken, like my heart, I let a tear go down my face and on the cover of my notebook and see what'sbroken again.
    Broken, broken there that pain, just want to run and hide me, pain goes to my heartbecause it is broken, I feel it touching my body, but is not present, is broken into small pieces.
    Do not fear the pain will be although I think, I get up, time stopped for me, is it right away I thought, looked at me and saw that my eyes conveyed pure sorrow, if you have a chancehear my voice I close my eyes and I see how hard not to cry when I remember you, that you can not even hear my voice I'll yell at the four corners as much as I love you.
    I walk down the wet grass and fresh look and give me the sad wind that takes me leavingmy body to pieces tone gray and black, my memories hurt me and I can not say goodbye.

Lágrimas no Horizonte

     Olhei pela janela que dia lindo que se punha no horizonte onde os pássaros voavam livres sem preocupações, deixei-me ir nunca se sabe se conseguirei voar para longe. 
     Abri a janela e saltei para fora, peguei numa pedra e mandei-a em direção do céu ela desaparece no horizonte, tento saltar em direção ao céu mas caio sempre, porque é que tento e perante tantas tentativas acabando sempre por cair no chão.
     Fui buscar o meu caderno onde anoto pequenas notas para mais tarde recordar, viro as páginas e nelas escrevo apenas o teu nome vezes sem conta, porquê é que não voltas, choro só de prenunciar o teu nome, sinto que estou perdida no mundo, as memórias armazenadas na minha mente são tão belas e puras que não sei como hei- de ter-te de volta, quero no teu ombro deixar as minhas lágrimas de felicidade de te encontrar novamente.
     Desenho um pássaro, ele voa e voa bem alto, mas triste porque falta lhe alguém a fazer companhia, rasguei o meu caderno arrancando página por página e digo para mim está partido, como o meu coração, deixo uma lágrima percorrer o meu rosto e cair na capa do meu caderno e vejo que está novamente partido.
     Partido, partido ai que dor, só quero fugir e esconder-me, dor sai do meu coração pois ele está partido, sinto-o a tocar o meu corpo, mas não está presente, está partido em pequenos pedaços. 
     Não tenhas medo a dor ira-se embora penso, levanto-me, o tempo parou por minha causa, fugir será a coisa certa pensei, olhei para mim e vi que os meus olhos transmitiam pura tristeza, se tiveres uma hipótese ouve a minha voz, fecho os olhos e vejo o quanto é difícil de não chorar ao lembrar-me de ti, mesmo que não consigas ouvir a minha voz eu vou gritar aos quatro cantos o quanto te amo.
     Caminho pela relva molhada e fresca e de olhar triste entrego-me ao vento este leva-me partindo o meu corpo em pedaços de tons cinzentos e pretos, as minhas memórias magoam-me e não consigo dizer adeus.